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DELEGACIA DE FURTOS E ROUPOS DE VEÍCULOS

Equipe do delegado Rossílio trabalha fortemente no combate à criminalidade

02/06/20 08:30:12 | Atualizado em: 02/06/20 09:13:44

A Polícia Civil do Tocantins, por meio Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), tem atuado fortemente no combate aos crimes de furto e roubo de veículos automotores no Tocantins. O delegado titular DERFRVA, Rossílio Souza Correia, informa que em razão do forte trabalho de investigação e cruzamento de dados foi possível recuperar nos últimos quatro anos cerca de 500 veículos clonados. Além desses, vários outros veículos, inclusive motos que foram roubados/furtados e recuperados antes mesmo de serem adulterados e/ou clonados foram devolvidos aos seus legítimos proprietários.
O Delegado Rossílio Correia destaca também que a recuperação de carros roubados e furtados se deve às dezenas de operações que foram realizadas nos últimos anos para desarticular quadrilhas especializadas em furtos, receptações, adulterações e falsificação de documentos públicos envolvendo veículos automotores.
Prevenção
Como forma de prevenir o roubo e furto de veículo, o Delegado elencou algumas dicas. Dentre elas, evitar parar o veículo em locais de pouca luminosidade; tentar estacionar em um local com mais segurança; não ficar dentro do veículo; sempre que possível contratar um seguro particular e colocar uma trava no volante.
Sobre o furto e roubo de motocicletas, o Delegado explicou que esses veículos são sempre mais vulneráveis. “Por isso, disse ele, é importante colocar rastreador ou cadeados na corrente, tentar ao máximo segurar esse tipo de veículo”.
Atuação
Rossílio Correia ressaltou que os trabalhos de investigação e operações têm sido intensificados em todo Estado. “Embora o crime venha aumentando, a Polícia Civil está produzindo e vem trazendo respostas para a sociedade”, disse ele ao citar a operação Carro de Luxo realizada no mês de maio para desarticular uma associação criminosa interestadual que atuava desde de 2018, sendo responsável por furto de dezenas de veículos de luxo na capital. “Eles usavam aparelhos sofisticados que fragilizavam o sistema de segurança do veículo e, dessa forma, conseguiam furtar e levar pra outros Estados, onde eram clonados e revendidos à receptadores”.