VIDA URBANA

Economia compartilhada gera alternativas contra desemprego

15/05/19 14:35:08 | Atualizado em: 15/05/19 14:57:55

Contingente de desempregados no País volta ao patamar de 13 milhões. Mas grande parte dessas pessoas que está a procura de uma vaga de emprego formal, não está necessariamente, sem uma ocupação que lhe gere renda. Dentro do universo das economias compartilhada e colaborativa, são várias as formas de se gerar valor a quem esteja com sua capacidade de serviço ou algum bem de maior valor ociosos

O último boletim do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a taxa de ocupação e desocupação no mercado de trabalho, referente ao trimestre fechado em fevereiro trouxe um dado preocupante. Após um período de sensível recuperação, ao longo de quase um ano, o desemprego no País volta superar a casa dos 13 milhões, chegando ao índice de 12,4% da da população economicamente ativa.

Mas grande parte desse enorme contingente de pessoas que está à procura de uma vaga de emprego formal, não está necessariamente, sem uma ocupação que lhe gere renda, afinal muita gente precisa manter a sua subsistência tendo ou não acesso a uma vaga dentro do mercado formal de trabalho. No universo das economias compartilhada e colaborativa, são várias as formas de se gerar valor a quem esteja com sua capacidade de serviço ou algum bem de maior valor ociosos. Aplicativos de transporte, como UBER; ou de delivery como Rappi, UBER East e outros; ou então de hospedagem, como AirBnb, são os exemplos típicos de alternativas de trabalho fora do chamado mercado formal, mas que são regulamentadas e que têm sido não só uma solução temporária, mas uma ocupação definitiva para geração de renda.

“As novas tecnologias de comunicação, em especial a internet, fomentaram esses negócios baseados nos princípios das economias compartilhada e colaborativa, unindo quem tem uma capacidade ociosa ou um bem que pode ser compartilhando (uma casa, um carro, moto ou até mesmo um bicicleta) a outras pessoas que quem tem uma demanda específica a ser atendida. Ou seja, você com sua força trabalho ou bem  pode ser um prestador de serviço para várias pessoas e empresas, e não só para um único empregador”, explica Rafael Barbosa especialista em inovação, em empreendedorismo e em economia compartilhada.