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De olho na política

Por Erica Lima

Coluna

18/01/18 09:46 | Atualizado em: 18/01/18 09:46

POLÍTICA

Kátia começa a cumprir agenda no Sul e no Sudeste no Estado





A senadora Kátia Abreu (Sem Partido) começou ontem a fazer uma série de visitas a cidades do Sul e do Sudeste do Tocantins. A ex-ministra da agricultura deve passar todo o final de semana cumprindo agenda no interior.

Ela que é pré-candidata ao Governo do Tocantins pretende se reunir com comunidades da zona rural dos municípios de Peixe, São Valério, Natividade, Jaú do Tocantins, Palmeirópolis, Paranã, Alvorada e Gurupi.

Ontem a senadora se reuniu com cerca de 200 agricultores e pescadores do PA Penha e da Colônia dos Pescadores da cidade de Peixe. Segundo Kátia, o seu objetivo é conhecer os principais anseios da população com objetivo de desenvolver um plano de governo coeso.

16/01/18 09:14 | Atualizado em: 16/01/18 09:14

POLÍTICA

Junior Evangelista é nomeado para cargo na prefeitura de Palmas







Com o objetivo de fortalecer a base governista na Câmara, a prefeita em exercício Cinthia Ribeiro (PSDB) nomeou o deputado estadual Junior Evangelista para o cargo de secretário da Habitação.

Com a nomeação e a saída de Evangelista da Assembleia, Cinthia conseguirá mandar para a Assembleia um vereador de oposição, Ivory de Lira (PPL). No lugar do parlamentar assume o suplente Moseimar Marinho ( PDT), aliado de Amastha.

A saída de Lira poderá influenciar na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias e do Orçamento de 2018. Desde o ano passado, o Paço Municipal, que atualmente possui apenas 9 apoiadores na Câmara, está em uma queda de braço com os vereadores. A prefeitura já perdeu com a aprovação das emendas impositivas e corre o risco de ver a margem de remanejamento cair da proposta de 30% para 5%.

Nos bastidores corre a informação de que a nomeação do deputado é foi uma antecipação já que a expectativa era de que ele assumisse um cargo na Prefeitura só em abril. A expectativa era de que ele fosse admitido no lugar de Júnior Coimbra, que deve disputar a uma das vagas na Assembleia.

Júnior Evangelista não irá disputar a reeleição porque está inelegível desde 21 de agosto do ano passado, pois teve as contas rejeitadas, da época em que foi prefeito, pela Câmara de Miracema.

10/01/18 08:50 | Atualizado em: 10/01/18 08:50

POLÍTICA

Amastha começa agenda partidária com encontro em Dianópolis





O Prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), licenciado do Paço Municipal da Capital desde a última segunda-feira, 08, deve começar essa semana a movimentar o interior do Tocantins em uma agenda especial que tem como foco principal a criação de seu plano de Governo.

Amastha, que é pré-candidato ao Governo do Tocantins, irá iniciar seus encontros pela cidade de Dianópolis. Ele está sendo anunciado como o principal nome presente no 1ª Reunião do PSB na cidade.

O evento acontece nesta sexta-feira, 12, a partir das 20 horas no Clube da Melhor Idade.

Na cidade, Amastha tem o apoio incondicional do Padre Gleydson, prefeito da cidade e membro do PSB. Além do gestor licenciado de Palmas, o evento também contará com as presenças dos principais nomes do partido para a Assembleia Legislativa a exemplo de Ricardo Ayres e Alan Barbieiro.

Antes de sua saída, Amastha deixou claro que além de sua agenda institucional junto a Federação Nacional de Prefeitos, ele também realizaria uma agenda partidária no interior do Tocantins. O interesse do pré-candidato é apresentar seus projetos e conhecer as demandas de cada região.

05/01/18 10:30 | Atualizado em: 05/01/18 10:30

POLÍTICA

Na velocidade em que Amastha ascende, quem duvida de que ele seria capaz de virar Presidente?





Não adianta negar, o prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) é um dos políticos de maior ascensão no País. Na velocidade em que ascende, se a Lei permitisse, não duvidaria que ele fosse capaz de virar presidente da república já na próxima década.

Amastha começou o ano de 2018 com uma agenda movimentada. Entregou escolas, centros de saúdes e outras benfeitorias. O gestor pretende se licenciar por 45 dias a partir do dia 10. Sua saída será para assumir a presidência da Federação Nacional de Prefeitos.

Até dia 10, sua agenda continua cheia e atividades que beneficiarão diretamente a população palmense. Na próxima segunda-feira, por exemplo, ele entrega um centro de saúde no setor Sul, e se orgulha a dizer que esse era o último que ainda permanecia em uma casa alugada e que ganhou sua sede própria por meio do esforço da gestão.

Depois que transmitir o cargo para Cinthia Ribeiro na próxima semana, Amastha começa a desenvolver uma agenda nacional, mostrando os exemplos promissores de Palmas nos quatro cantos do Brasil. Além disso, o gestor promete que irá aos municípios tocantinenses para conhecer os anseios da comunidade com o objetivo de entender as reais necessidades da população. Sua ideia é desenvolver projetos em consonância com as demandas do povo tocantinense.

Quem pode negar que, atualmente, Amastha é um dos mais promissores pré-candidatos ao Governo do Tocantins? O prefeito palmense tem chances reais de ganhar a eleição e possui, além de sua expertise em gestão, o discurso “do novo” que tanto agrada o eleitor tocantinense.

Para aqueles que duvidam, faço uma retrospectiva. No início de 2012, quando disputou a sua primeira eleição, Amastha aparecia com apenas 2% das intenções de votos. Venceu com uma margem impressionante. Há seis anos ele nunca havia disputado nenhum cargo público, chegou, ganhou, se reelegeu e se tornou um dos nomes mais fortes na disputa do Araguaia.

Com uma ascensão tão acelerada, quem ainda duvida que ele seria capaz de chegar a presidência? 

04/01/18 13:27 | Atualizado em: 04/01/18 13:27

ESTADO

2018 e o otimismo de Marcelo Miranda






O Governador Marcelo Miranda participou de seu primeiro evento oficial do ano na manhã desta quinta-feira, 04. O gestor se mostrou otimista com o ano de 2018 e voltou a ressaltar que, por mais que ao ano deva ser de dificuldades, está trabalhando para retomar os investimentos para o Tocantins.

Mais uma vez ele não falou no processo eleitoral de outubro, mas ele deve disputar a reeleição com chances reais de obter um resultado positivo.

O evento desta manhã foi pouco prestigiado pela classe política, além da líder de governo na Assembleia, deputada Valderez Castelo Branco, apenas o prefeito de Porto Nacional, Joaquim Maia, esteve na solenidade de assinatura do contrato para realização do concurso da PM.

Mesmo com a presença medíocre da classe política do Tocantins o governador aproveitou a oportunidade para agradecer o empenho da bancada federal em conseguir recursos para o estado, entre esses estão R$ 50 milhões que serão investidos no sistema penitenciário.

Marcelo já começa o ano com uma agenda agitada, no domingo ele deve deixar o estado rumo a Holanda onde busca investimentos para o segmento turístico do Estado. Ele deve retornar no dia 15.

Após seu retorno, a expectativa é de que ele retome a sua agenda municipalista inaugurando obras já concluídas e lançando outras. O carro-chefe será a reconstrução de rodovias através do Contrato de Reconstrução e Manutenção de Rodovias (CREMA), financiado pelo Banco Mundial. Esse projeto já reconstruiu cerca de 1,5 mil quilômetros em todo o Tocantins e a expectativa é de que, esse ano, outros 1,3 mil sejam contemplados.

Os especialistas em política acreditam, que por enquanto, Marcelo é o mais forte pré-candidato ao Palácio Araguaia, mas ele enfrenta problemas de gestão que geram dificuldades em seu governo. Daqui para o dia da eleição muita água deve passar embaixo dessa ponte. Vamos esperar o desenrolar dos fatos.

02/01/18 15:09 | Atualizado em: 02/01/18 15:09

POLÍTICA

Em posse, Kátia Abreu mostra que já constrói projetos e alianças




Quem esteve presente na posse da ex-ministra e senadora Kátia Abreu para o seu sexto mandato a frente da Faet percebeu que ela tem demonstrado que possui projetos coesos para o Tocantins e tem buscado alianças para viabilizar a sua candidatura definitivamente.

A senadora está impondo, cada vez mais, o papel de pré-candidata ao Governo e por onde anda, tem mostrado que está se preparando para a disputa.

Durante seu discurso a senadora destacou que o Tocantins completa 30 anos em 2018 e, segundo ela, com a nova idade surge um novo momento. “Temos que pensar na industrialização do estado”, disse Kátia.

A presidente reeleita ocupou parte do tempo na tribuna mostrando que já possui um projeto nesse segmento e que esse projeto foi desenvolvido a partir das necessidades dos municípios.

Ela destacou que a industrialização do Tocantins deve começar com o esforço do estado em incentivar os investimentos da iniciativa privada e o primeiro passo para isso é criar uma politica fiscal segura. “O estado tem que viabilizar uma politica fiscal que gere confiança aos investidores. O primeiro passo para industrializarmos o Tocantins é começarmos pelo que é mais forte em nossa economia: o agronegócio”, disse.

Nesse processo de industrialização, Kátia destacou quatro pontos que devem ser favorecidas por ações de governo na intenção de viabilizar o processo de desenvolvimento industrial, a começar pela agroindústria. O primeiro é a criação de um projeto de desenvolvimento de curto, médio e longo prazo. O segundo é a implementação de uma política fiscal segura e atrativa; o terceiro é o investimento na capacitação do homem do campo; e o quarto é o investimento em tecnologia.

Kátia foi a primeira a se declarar pré-candidata ao Palácio Araguaia. Ela, que está sem partido, disse que irá avaliar pesquisas antes de tomar a decisão final. Sua posse foi prestigiada por figuras importantes da política tocantinense, entre eles estavam o também pré-candidato, deputado Paulo Mourão (PT), e o deputado Eduardo Siqueira (DEM). Essas duas presenças podem demonstrar as alianças que podem estar sendo construídas nos bastidores.

29/12/17 08:01 | Atualizado em: 29/12/17 08:01

ESTADO

Governo irá lançar Refis e objetivo é arrecadar R$ 200 milhões

Lei foi aprovada na AL e deve ser sancionada nos próximos dias




Contribuintes inadimplentes com o Fisco estadual terão uma nova oportunidade para quitar seus débitos em condições facilitadas. É que o governo deverá abrir a partir do dia 15 de janeiro um novo Refis (Programa de Recuperação de Créditos Fiscais, que o Governo do Estado), com a finalidade de regularizar créditos constituídos ou não, inscritos ou não na Dívida Ativa, ajuizados ou não, na forma e nas condições estabelecidas na lei.

A lei, aprovada pela Assembleia Legislativa, deverá ser sancionada pelo governador Marcelo Miranda nos próximos dias.

Quem não aderir ao programa, perderá uma oportunidade para renegociar suas dívidas tributárias, pois o Tocantins somente próximo adotar um novo Refis nos próximos quatro anos, conforme autorizado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

A expectativa do governo é arrecadar R$ 50 milhões à vista e mais R$ 150 milhões parcelados.

Poderão participar das negociações os contribuintes que possuem créditos tributários, cujos fatos geradores ou atos infracionais tenham ocorridos até o dia 31 de junho de 2017. O Refis vai até o dia 2 de março.

Para aderir, a partir do início da campanha de recuperação de crédito, o contribuinte interessado deve procurar uma Delegacia de Fiscalização da Receita Estadual ou a agência de Atendimento da Secretaria da Fazenda em seu município.

O Refis abrangerá a quitação de débitos com a Fazenda Pública como os de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Imposto sobre Transmissão Causa Mortis ou Doação (ITCD) e créditos não tributários.



Na regularização de créditos está prevista a redução de multas, inclusive de caráter moratório, de até 90% de desconto nos pagamentos à vista. Em caso de parcelamento, o desconto poderá ser de até 85%, podendo ser dividido em até 120 parcelas mensais iguais e sucessivas, com exceção da primeira parcela que terá valor diferenciado conforme cálculos da Sefaz. (Com informações da Sefaz)


28/12/17 10:55 | Atualizado em: 28/12/17 10:28

POLÍTICA

Gestão de Cinthia Ribeiro pode ser prejudicada por falta de acordo na Câmara de Palmas





Todos querem saber se os vereadores da aposição de Palmas irão conseguir aprovar a votar a Lei Orçamentária Anual (LOA) e limpar a pauta da Casa durante sessão extraordinária convocada por eles para ser realizada nesta sexta-feira, 29.

Vereadores de oposição têm acusado o presidente da Casa, Vereador Folha (DEM), de trancar a pauta da Câmara sob orientação política do prefeito Carlos Amastha (PSB). O gestor municipal perdeu quase toda a sua base no parlamento e hoje conta com apenas cinco vereadores no seu bloco e esse seria o motivo para postergar a votação do orçamento que já conta com as emendas dos vereadores.

Além disso, outro ponto que tem causado divergência entre os parlamentares é a redução da margem de remanejamento do município de 30% para 5%.

Caso não consigam votar o orçamento, quem deve ter dificuldades na gestão é a vice-prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB) , que deve assumir o Paço, interinamente, por 45 dias a partir do dia 10 de janeiro, data em que Carlos Amastha se afasta para assumir a presidência da Federação Nacional de Prefeitos.

Durante esse período, Cinthia teria que ajustar as suas finanças ao limite de 1/12 do orçamento de 2017. O orçamento previsto para 2018 é de aproximadamente R$ 1,3 bilhão, R$ 6 milhões a mais que o deste ano.

A sessão está prevista para acontecer nesta sexta-feira, 29, a partir das 15 horas.

26/12/17 10:54 | Atualizado em: 26/12/17 10:54

POLÍTICA

Kátia ou Carlesse? Que caminho deve seguir o PT?





Para onde deve ir o PT? Essa é a pergunta que não quer calar.

O partido ainda está buscando os caminhos a trilhar em 2018. A sigla busca decisões consistentes e que tenham o apoio da militância.

Não é segredo que o ex-presidente Lula é o principal candidato da sigla à presidência da república. Já no Tocantins, a agremiação tem candidato próprio, pelo menos por enquanto Paulo Mourão está na lista dos governadoriáveis, mas há quem acredite que trata-se de uma estratégia com objetivo de dar musculatura a seu nome como um dos potenciais candidatos ao Senado.

Paulo Mourão tem andado pelo Estado, ouvido às demandas da população, articulado alianças e principalmente, criticado o Governo de Marcelo Miranda (PMDB). Tudo isso em busca de fortalecer seu nome entre os eleitores do interior.

Essa semana muita gente se surpreendeu com a notícia de que o PT iria formar um blocão com o PHS de Mauro Carlesse. Até mesmo a militância fervorosa do partido levou um susto ao ver essa notícia sendo divulgada pela imprensa.

O motivo para tanta surpresa é simples, o PT é dono da primeira suplência da senadora Kátia Abreu. Caso ela, que é pré-candidata ao governo do Tocantins, consiga ganhar a eleição, Donizete Nogueira, ganhará quatro anos no Senado.

Muitos achavam que a aliança do PT com a senadora Kátia Abreu, agora sem partido, seria automática. Alguns lembram a trajetória da parlamentar na defesa da ex-presidente Dilma Rousseff e acreditam que Lula, caso seja candidato, teria obrigação de apoiar Kátia no Tocantins.

Os debates ascenderam. E a militância exigiu que o blocão fosse formado entre o PT e o PSD, partido presidido no Tocantins pelo deputado federal Irajá Abreu, filho de Kátia.

E agora ficou a dúvida: Carlesse ou Kátia? A resposta só o tempo irá dizer.


19/12/17 11:02 | Atualizado em: 19/12/17 11:02

POLÍTICA

Ministro tocantinense vem ao estado pela segunda vez em menos de um mês





O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, estará no Tocantins pela segunda vez em menos de um mês. Nesta quarta-feira, 20, ele, acompanhado do Governador Marcelo Miranda (PMDB) irão a Colinas entregar, junto com o prefeito Adriano Rabelo, 150 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida PAC II.
O ministro esteve no estado no dia 07 de dezembro durante o Dia D de Combate ao Aedes aegypti, . Nesse dia, Dyogo estava acompanhado da vice-governadora, Claudia Lélis (PV), pois Marcelo Miranda tinha compromissos em Miracema, cidade que se tornou Capital por um dia.
Dyogo Oliveira é tocantinense de Araguaína, ele assumiu o cargo interinamento em maio de 2016, após a saída de Romero Jucá, e só foi efetivado no cargo em março deste ano. Nos bastidores corre a informação de que a intensificação da agenda do ministro no estado tem como objetivo de fortalecer seu nome em sua terra natal.
O ministro é considerado um gestor de perfil técnico. Ele é economista, mestre em Ciências Econômicas pela Universidade de Brasília (UnB) e especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), desde 1998. Dyogo também é especialista em Comércio Exterior, Negociações Internacionais e Câmbio pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e carrega em seu currículo atuações em empresas como a Vale e a Cobra. 

12/12/17 11:41 | Atualizado em: 12/12/17 11:41

POLÍTICA

Pré-candidatura de Dimas faz com que partidos comecem a marcar território





Uma coisa todo mundo percebeu, o inusitado anúncio da pré-candidatura de Ronaldo Dimas (PR) ao Governo do Tocantins oxigenou o cenário político do Tocantins. Quem esperava um final de ano parado, se surpreendeu com as recentes movimentações.

O levante de Dimas, fez com que muitos partidos políticos corressem para tentar demarcar seus espaços para serem vistos como opções de alianças.

Ontem mesmo, o PP, o PPS e o PRB oficializaram a criação do blocão independente com um projeto único. A ideia principal é fortalecer um nome para a chapa majoritária. Todos estão de olho na segunda vaga para o senado, já que a primeira já pertence a Vicentinho Alves (PR) que já explicitou a sua pretensão de disputar a reeleição.

Esse blocão tem como principal figura o deputado federal Cesar Halum (PRB), que já conta com o apoio declarado dos prefeitos associados à Associação de Municípios do Bico do Papagaio.

Além do pretenso pré-candidato ao senado, o blocão também quer eleger um deputado estadual e um deputado federal.

O grupo ainda não assumiu que está de olho em Dimas. Os três partidores informaram que a partir de agora estão abertos a conversas com os pré-candidatos e que irão focar nos programas de governo que comtemplem as temáticas defendidas pelo bloco.


Foto: Luciano Coelho/Facebook
 

06/12/17 16:17 | Atualizado em: 06/12/17 16:17

POLÍTICA

Kátia espera que delação de Rossini derrube Marcelo Miranda





A Senadora Kátia Abreu (Sem partido) usou o Twitter para dizer que não acredita que o fim da corrupção virá pela interferência da União, e sim dos estados.
Em uma de suas postagens ela chegou a declarar que irá “interromper o ciclo de corrupção sistêmica no governo”.

A senadora, que foi expulsa do PMDB, é pré-candidata declarada ao Governo do Tocantins e está tentando viabilizar uma candidatura sólida e com alianças coesas. Por enquanto, ela tem conversado com o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), e com o de Gurupi, Laurez Moreira (PSDB). A parlamentar também intensificou a sua agenda no interior do estado e tem angariado apoios importantes nas cidades por onde passa.

Kátia ainda está buscando um partido para chamar de seu. O perfil desagregador da senadora tem distanciado algumas siglas. Nos bastidores corre a informações de que o Podemos já teria formalizado um convite para a parlamentar, mas ela estaria de olho em uma vaga no PDT de Ângelo Agnolin.

Kátia tem falado que só irá decidir seu rumo após o carnaval, mas muitos acreditam que, por hora, ela estaria focada em derrubar Marcelo Miranda (PMDB) do Governo. Diversas vezes a senadora declarou sua convicção de que o atual governador do Tocantins estará inelegível nas próximas eleições.

 A parlamentar não explica os motivos e nem a que processo ela se refere, mas nas rodas de conversa existentes em uma tradicional panificadora palmense circula a informação de que Kátia espera a divulgação do conteúdo da delação do empreiteiro Rossini Aires Guimarães, dono da construtora Rio Tocantins.

O depoimento do empreiteiro seria parte integrante do inquérito da Operação Convergência, que trata da união da Operação Ápia e da Operação Reis do Gado, realizadas pela Polícia Federal. O depoimento durou 14 horas e o empreiteiro teria citado diversos políticos com foro privilegiado. Esse depoimento ainda aguarda homologação do STF.

Muitos acreditam que Rossini, que foi alvo nas duas operações, teria envolvido o governador em um esquema de fraude de licitação gigantesco. Essa é a pá de cal que Kátia espera para enterrar a carreira política de Marcelo Miranda.

Vamos aguardar os próximos capítulos.

05/12/17 11:24 | Atualizado em: 05/12/17 11:24

POLÍTICA

Temas importantes ficam esquecidos na Câmara de Palmas enquanto vereador questiona processo de renovação de CNH de Carlos Amastha





Qual o papel do vereador? Esse é um questionamento que os moradores de Palmas têm feito há alguns anos.

Para quem não sabe, o papel do vereador é fiscalizar e cobrar ações do governo; verificar se os recursos do município estão sendo devidamente aplicados pela prefeitura para a promoção do bem-estar da população; e elaborar projetos de leis municipais.

Mas hoje, uma das discussões propostas pelo vereador Milton Neris (PR), estava longe do papel do vereador. O parlamentar resolveu questionar, na tribuna, o motivo que fez o prefeito Carlos Amastha (PSB) sair de Palmas para renovar a sua carteira de motorista em Paraíso. O assunto é de tanta relevância para o parlamentar que ele disse que irá enviar expediente cobrando explicações ao Detran.

Enquanto esses assuntos surgem no parlamento, permanecem parados na Casa os projetos que dispõem sobre o Plano Diretor, sobre o novo endereçamento, sobre o orçamento municipal e até o que trata das emendas impositivas.

Os parlamentares já esqueceram que um levantamento do Observatório Social, organização não governamental que fiscaliza o trabalho dos vereadores, apresentado no ano passado mostrou que 85% dos projetos votados na Câmara de Palmas de 2013 a 2016 são irrelevantes.

Para o parlamento é mais importante descobrir detalhes sobre a renovação da carteira de habilitação do prefeito do que votar projetos de interesse da população.
 

04/12/17 08:45 | Atualizado em: 04/12/17 08:45

ESTADO

Dimas lança sua pré-candidatura Governo do Tocantins nesta manhã

Descontentamento do prefeito já mostrava sua intenção de concorrer ao Palácio Araguaia





O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR) irá lançar sua pré-candidatura ao Governo do Tocantins em uma solenidade que acontece no Hotel Relicário em Araguaína, na manhã desta segunda-feira, 04.

A pré-candidatura é lançada quatro dias após o gestor ter sido convidado pelo presidente da sigla, senador Vicentinho Alves (PR) para assumir o posto.
Nos bastidores corre a informação de que o lançamento dessa pré-candidatura comprova o rompimento de Vicentinho com o Palácio Araguaia. O senador aguardava a abertura de espaço na administração. Chegou-se a cogitar a possibilidade do ex-prefeito de Porto Nacional Otoniel Andrade assumir a Secretaria da Habitação, mas o nome foi rejeitado por membros da base governista, entre eles os integrantes do PV, Cláudia Lélis e Joaquim Maia, atual prefeito de Porto.

Desde o início da gestão de Marcelo Miranda (PMDB), Dimas tem se mostrado arredio às ações do governador. O gestor passou a culpar o estado pelos principais problemas de infraestrutura de Araguaína. Mas, Marcelo Miranda determinou investimentos pesados no município, entre eles está a pavimentação e o recapeamento de diversos bairros, a estruturação da Polícia Civil e a reconstrução das principais vias de acesso à cidade.

Mesmo descontente, o prefeito se fez obrigado a comparecer às solenidades de inauguração das obras feitas pela gestão de Marcelo Miranda. Sua intenção era fazer com que sua imagem também fosse vinculada aos benefícios entregues à população.

A aproximação de Vicentinho ao Palácio Araguaia não foi suficiente para arrancar a percepção da população de que todo esse descontentamento de Dimas em relação a Miranda estava ligado a sua intenção de disputar a principal cadeira do executivo estadual.

Nos últimos dias, Dimas intensificou as conversas com apoiadores, com membros da gestão municipal, com familiares, representantes de entidades comercias e produtores rurais. O evento partidário contará com membros das direções estaduais e municipais do PR, prefeitos da sigla, ex-prefeitos e com senador Vicentinho Alves.

30/11/17 12:44 | Atualizado em: 30/11/17 12:44

POLÍTICA

Condenação de Marcelo Miranda não desestruturou governador que continua buscando a ascensão do Governo






Tem muita gente achando que a condenação de Marcelo Miranda (PMDB) pela Justiça Federal no caso da Ocip/Brasil desestruturou o govenador, mas a agenda de governo continua com o foco em 2018.

Marcelo Miranda tem se fortalecido a cada dia. Durante esses três anos de governo ele conseguiu fazer com que o Tocantins, que está no fundo do poço, parasse de cavar e manteve o estado com as contas públicas estabilizadas.

Este ano, Marcelo começou a ascensão. Tem ido ao interior entregar a reconstrução da malha viária tocantinense, inaugurar obras e se relacionar com a população. Na semana passada, por exemplo, ele foi à Gurupi entregar ao município, 128 quilômetros de estradas vicinais recuperadas, essas estradas tinham toda a infraestrutura hidráulica com pontes e bueiros de concreto. Até Laurez, que estava meio afastado, ficou balançado com a simpatia do gestor.

Assim como Gurupi, outras 71 cidades estão sendo beneficiadas com os US$ 73 milhões disponibilizados pelo Banco Mundial para investimentos em obras de infraestrutura logística em estradas vicinais.

Além dos investimentos em estradas vicinais, Marcelo determinou a retomada de obras paralisadas no interior. São escolas, unidades habitacionais e infraestrutura urbana. O gestor também muniu a sua equipe técnica de experts capazes de desenvolver projetos com a intenção de obter investimentos internacionais para o estado. O exemplo pode ser visto na implementação do CREMA 2, o programa que deve começar a recuperar 1,3 mil quilômetros de rodovias a partir de 2018, com recursos do Banco Mundial.

Mas nem tudo no estado são flores. A gestão enfrenta grandes problemas gerados por demandas populares.

O governo tem investido em infraestrutura para a segurança pública, mas nos bastidores ainda corre a informação de que essa gestão não será capaz de realizar o concurso da Polícia Militar e nem de nomear outros aprovados no certame da Polícia Civil. Isso pode manchar a imagem do governador, mas a solução já está sendo estudada pelo Comitê Gestor.

Outro problema são as incertezas geradas com a saída da Unimed Centro Oeste/Tocantins da gestão do Plansaúde. Nessa gestão, Marcelo não conseguiu atender as demandas dos servidores e essa relação pode piorar caso o plano pare de funcionar.

A relação de Marcelo Miranda com os servidores ainda é uma incógnita. Mesmo tendo efetuado, após acordo, o pagamento da data-base de 2016, o governador ainda é bombardeado por cobranças. O funcionalismo ainda tem a esperança de voltar a receber os salários sem o atraso de oito dias e a data-base no período determinado pela legislação. Além disso, existem quase 5 mil concursados aguardando o pagamento de suas progressões.

Em 2017, após mudanças no governo, Marcelo Miranda conseguiu interiorizar sua gestão e começou a mostrar para a população que é possível fazer investimentos em tempos de crise.

Em 2018, o que se espera é um governador mais arrojado e mais próximo da população. Marcelo já sabe que caso ele não ocupe os espaços que lhe forem concedidos, outros podem fazer isso com muita facilidade e na lista já temos um estrangeiro, um presidente de Assembleia, um juiz ficha-limpa, dois prefeitos e dois senadores.




 

27/11/17 10:32 | Atualizado em: 27/11/17 10:32

POLÍTICA

Amastha corre contra o tempo para reverter criação de Emenda Impositiva




Os vereadores de Palmas devem voltar a apreciar na próxima quarta-feira, 30, a Proposta de Emenda à Lei Orgânica que institui a Emenda Impositiva ao Orçamento. O projeto foi aprovado em primeiro turno e espera o prazo regimental de cinco sessões ordinárias para voltar à pauta.

As emendas impositivas, que são de execução obrigatória, geralmente são utilizadas pelos parlamentares para fazer pequenas obras em suas bases eleitorais. Na Assembleia Legislativa do Tocantins, os deputados já têm direito a esse crédito, e a mesma coisa deve acontecer em Palmas.

A proposta foi aprovada 13 votos favoráveis e cinco contrários. Entre os favoráveis estavam cinco vereadores da base governista: Marilon Barbosa (PSB), Vanda Monteiro (PSL), Etinho Nordeste (PTB), Juscelino Rodrigues (PTC) e Filipe Martins (PSC). Completam a lista os oposicionistas Filipe Fernandes (PSDC), Leo Barbosa (SD), Lúcio Campelo (PR), Diogo Fernandes (PSD), Milton Neris (PP), Rogério Freitas (PMDB), Ivory de Lira (PPL) e Vandim da Cerâmica (PSDC).

Se aprovada em segundo turno, a proposta irá garantir até o limite de 1,2% da Receita Corrente Líquida (RCL) do ano anterior para os parlamentares. Como a RCL deste ano está estimada em R$ 963.386.755, significa que os vereadores teriam R$ 11.560.641,06 para emendas, ou R$ 608.454,79 cada um dos 19 vereadores.

A aprovação da matéria causou uma crise entre o prefeito Carlos Amastha e o parlamento. Como retaliação, Amastha teria exonerado os aliados da vereadora Vanda Monteiro e solidários à parlamentar; os outros vereadores governistas defensores da matéria entregaram seus cargos no município.

A ação faz com que o prefeito de Palmas perca cinco parlamentares, com isso sua base fica com apenas cinco vereadores, contra nove na oposição e cinco independentes.

Na tentativa de reverter o resultado, Amastha colocou o bloco na rua e seus auxiliares estão fazendo um trabalho de corpo a corpo junto aos vereadores. Toda a articulação está sendo comandada pelo secretário Júnior Coimbra.